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sábado, 19 de julho de 2014

Resenha: Edguy "Age of the Joker" (2011)


Na turnê de divulgação do álbum “Rocket Ride” (2006) o Edguy passou por São Paulo, em 3 de novembro de 2006. A apresentação no Cradicard Hall foi gravada e se tornou o DVD “Fucking With F*** - Live” lançado em 2009. Um ano depois do lançamento de “Tinnitus Sanctus”. Em 26 de agosto de 2011, “Age of the Joker” deu continuidade ao trabalho do grupo alemão apresentando um Hard Rock aliado ao peso do Heavy Metal, além das raízes Power Metal que aparecem em uma ou outra passagem mais "alegre". A capa, feita por Daniel Frazier, com um bobo da corte, evidencia o lado cômico que sempre esteve presente na banda formada por Dick Sauer (guitarra base), Felix Bohnke (bateria), Jens Ludwig (guitarra), Tobias “Eggi” Exxel (baixo) e do líder Tobias Sammet (vocal). 

A abertura é com “Robin Hood”. Como o título sugere, a música é sobre o famoso herói que roubava dos ricos para dar aos pobres. A faixa também ganhou um clipe hilário onde Tobias interpreta Robin Hood. Nobody's Hero” segue uma linha de Heavy Metal tradicional, só que com um refrão bem melódico e grudento. Já “Rock of Cashel tem um clima mais calmo, mas também tem um refrão em destaque e alegre. Felicidade ainda mais em evidência no final em clima de festa. Depois vem “Pandora's Box”. Mais Hard Rock com certo toque de Southern. Destaque para o bom refrão. O Power Metal volta em “Breathe”. Que tem um refrão que lembra o de “I Just Want You” de Ozzy Osbourne (“Ozzmosis”, de 1995) e uma excelente contribuição de teclados. 

Two Out of Seven”, porém, é mais Hard Rock e traz um belo refrão memorável. Destaque para o solo e aos palavrões ao final (seria uma influência de Steel Panther?). A pesada “Faces in the Darkness” traz um groove bem diferente ao tradicional som da banda e forma um belo contraste com o refrão pra cima. Já em The Arcane Guild” percebe-se certa influência de Deep Purple (vide os teclados) em um Power Metal rápido e alegre. A introdução de “Fire on the Downline” traz novamente o lado Hard, só que acrescido com o estilo AOR. 

A longa “Behind the Gates to Midnight World” tem um peso na linha do “Black Album” do Metallica, mas depois segue uma linha atmosférica do Avantasia. Encerra “Age of the Joker” a balada radiofônica Hard Rock “Every Night Without You”. Simples, nenhum pouco original, mas excelente do começo ao fim. Destaque também para letra super romântica: “Every night without you i'd sail on. Don't know how i'd make it through without you. Every night without you, my angel. Pity for the zillions around. Who're every night without you. Every night without you./ Toda noite sem você, eu viajei. Não sei como eu aguentei sem ter você. Toda noite sem você, meu anjo. Pena para os zilhões ao redor. Que estão toda noite sem você. Toda noite sem você.”  

A versão especial traz quatro bônus. “God Fallen Silent” é um Heavy Metal pesado e com um belo riff. Poderia muito bem não ser lançada apenas com uma faixa adicional. Em “Aleister Crowley Memorial Boogie” há a inclusão de um teclado que dá um ar à la Deep Purple de Jon Lord. “Cum on Feel the Noize” é uma música originalmente lançada pela banda inglesa Slade na década de 70, mas que recebeu pouco reconhecimento. Porém, em 1983, os americanos do Quiet Riot fizeram um cover (contra a vontade) e o sucesso levou a banda de Kevin DuBrow ao topo das paradas. Logo, a versão do Edguy é um cover do cover. Tobias não alterou nada na canção. Mesmo assim, ela ficou com a cara dos alemães. Por último, a triste balada ao piano “Standing in the Rain”. Ela fala sobre as dores de uma perda quando parte alguém querido: “And i am standing in the rain. Here on my own. I am standing in the rain. You're far away, far away. Anyone here to wake me up. To say that i've dreamed. I was standing in the rain./ E eu estou em pé na chuva. Aqui sozinho. Estou em pé na chuva. Você está longe, muito longe. Alguém aqui para me acordar. Para dizer que eu sonhei. Eu estava em pé na chuva.

A recepção do lançamento foi ótima. Os números compravam a aprovação também por parte do público. Nos Estados Unidos chegou ao número 22 nas paradas, assim como em 15º na Finlândia, 14º no Reino Unido, 13º na Suíça, 10º na Suécia, 9º Bélgica e em 3º na terra natal, Alemanha. Muitos porém, reclamaram que sentem falta da “era de ouro Power Metal”. Isso é uma questão de gosto puramente subjetiva. Mesmo Tobias afirmando que não via diferença entre o som da banda entre a fase atual e a do começo da carreira é evidente que existe uma mudança. O Hard Rock ganhou cada vez mais espaço no som da banda, mas o lado melódico e épico do Power Metal ainda está presente... Mesmo que em doses homeopáticas. Porém a qualidade continua presente. Além disso, para não se prender a rótulos, há Heavy Metal tradicional, Southern Rock e até AOR. Outros toques característicos e ímpares como o humor diferenciam o Edguy de todas as outras do segmento melódico.

Faixas (clique e ouça):

5- Breathe
12- God Fallen Silent (bônus)
14- Cum on Feel the Noize (bônus)
15- Standing in the Rain (bônus)


                                                                                    Opinião do autor:
Nota track by track.

Nota track by track.

Nota do álbum.
Banda: Edguy
Ano: 2011
Álbum de estúdio nº 9
Gravadora: Nuclear Blast
Gênero: Hard Rock
País: Alemanha



quinta-feira, 17 de julho de 2014

Humor: Um "típico" fã de Slayeeeeeerrrrrrr!!!


O Slayer é uma das maiores e respeitadas bandas de Metal da história. Ícones do Thrash Metal, possuem o que para muitos é o maior clássico do segmento: "Reign Blood" (1986). Porém, a banda não é lembrada apenas pelos riffs memoráveis e da sonoridade e letras agressivas. Os fãs de Slayer são fanáticos pelo grupo. No documentário "Metal - A Headbanger's Journey" (2005) é possível ver isso. Um sujeito foi capaz de escrever o nome da banda no próprio braço utilizando uma lâmina de barbear. 

O indivíduo citado acima cometeu um ato que pode gerar admiração ou asco. Assim também é o Slayer. Já outros sentimentos atípicos a banda podem ser sentidos no vídeo abaixo. Nele um fã dos thrashers explica em um entrevista os motivos por gostar tanto da banda. A demonstração visceral apresentada é natural, apaixonada e... Cômica. 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Resenha: A Day To Remember "Common Courtesy" (2013)


Em 2012, a banda americana de Post-Hardcore, A Day To Remember anunciou que estava trabalhando no quinto álbum de estúdio. Em 21 de dezembro do mesmo ano foi lançado a primeira faixa “Violence (Enough Is Enough)”. Mesmo com o lançamento óbvio de um novo trabalho de inéditas, alguns problemas ocorreram. O grupo ainda tinha um contrato vigente de mais dois lançamentos com a gravadora Victory, porém resolveram romper com o selo e lançar “Common Courtesy” de forma independente, em 8 de outubro de 2013 de forma digital e depois em 25 de novembro fisicamente. A banda, formada por Alex Shelnutt (bateria), Jeremy McKinnon (vocalista), Josh Woodard (baixo), Kevin Skaff (guitarrista) e Neil Westfall (guitarrista), processou a ex-gravadora acusando a falta de pagamento de 75 mil dólares em royalties. Dificuldades... 

Este também é o tema da primeira faixa: “City of Ocala”. Ocala, na Flórida, é a cidade natal da banda. Um Pop Punk alegre com refrão melódico, acessível e bem grudento. A letra é uma espécie de auto reflexão da banda lembrando os momentos do início da carreira, as dificuldades e a falta de apoio: “Remember way back when? They said this life was a dream. Well, it still is, I never wanna wake./ Lembra anteriormente quando? Eles disseram que essa vida era um sonho. Bem, ainda é, eu nunca quero acordar.” Após, vem “Right Back at it Again” seguindo a mesma linha da anterior: “We left home with no kinda back up plan. And everyone we knew that we couldn't stand. Said,If you can't make it here you won't make it there’. Don't wanna hear about it. Spent most of our time sleeping on hard wood floors. People's living rooms, in any open door. We played a show a night 'til it all made sense./ Nós saimos de casa sem planos para voltar. Todo mundo que conhecíamos achava que não aguentaríamos. Falavam, ‘se você não pode fazer isso aqui, não vai fazer lá’. Não quero ouvir sobre isso. Passamos maior parte do tempo dormindo no chão de madeira. Na sala de estar das pessoas, em qualquer porta aberta. Nós tocamos um show a noite e tudo fez sentido.” Porém esta é mais Metalcore ao utilizarem vocais screamos de forma moderada e breakdowns. 

Subgênero, aliás, ainda mais evidente em “Sometimes You're The Hammer, Sometimes You're The Nail”. Mais pesada, com bastante screamos e com um excelente breakdown no início. Letra sobre enfrentar aqueles querem apenas vê-lo mal: “I reserve my right to feel uncomfortable reserve my right to be afraid. I make mistakes and I am humbled every step of the way. I want to be a better person. I wanna know the master plan. Cast your stones, cast your judgement, you don't make me who I am./ Eu reservo meu direito de me sentir desconfortável, reservo o meu direito de sentir medo. Cometo erros e sou humilhado a cada passo do caminho. Eu quero ser uma pessoa melhor. Eu quero conhecer o plano maior. Jogue suas pedras, jogue seu julgamento, você não me torna quem eu sou.” Após, “Dead & Buried” se destaca basicamente pelas partes Metalcore. Os breakdowns levam a faixa “nas costas”, pois a parte mais leve da música é chata e possui um refrão fraco. 

O Pop Punk aparece em evidência em “Best Of Me”. De refrão grudento fala sobre um relacionamento que não terminou de uma forma muito agradável: “I can't believe you got the best of me. I can't believe I trusted every word you said. It's all finally making sense. You took what's left of my innocence. Oh, no. I can't believe you got the best of me./ Não posso acreditar que você tem o melhor de mim. Não posso acreditar que confiei em cada palavra que você disse. Isso tudo finalmente está fazendo sentido. Você levou o que sobrou da minha inocência. Oh, não. Não posso acreditar que você tem o melhor de mim.” Em seguida vem a baladinha ao violão “I'm Already Gone” feita para cantar o refrão junto. 

Já “Violence (Enough Is Enough)” como o nome sugere é pesada. Letra sobre a violência causada pela revolta: “You can call this a warning (it's a warning). That we're drowning in our malcontent. Tear me down like a cancer (what's your answer?). We're different and it makes you sick. There is a sadness here, on every corner, it's in our hearts. Dear god don't wanna trouble you much. But we all need to know when enough is enough./ Você pode chamar isso de um aviso (é um aviso). Que estamos nos afogando em nosso descontentamento. Acabe comigo como um câncer (o que é a sua resposta?). Nós somos diferentes e isso faz você doente. Há uma tristeza aqui, em cada esquina, está em nossos corações. Caro deus não quero incomodá-lo muito. Mas todos nós precisamos de saber quando suficiente é o suficiente.” 

Por outro lado, “Life @ 11” é mais calma e com clean vocals. O clima leve se mantém na faixa seguinte, a baladinha radiofônica “I Surrender”. Porém o Metalcore retorna em “Life Lessons Learned The Hard” com direito a um bom breakdown. Em “End Of Me” é tranquila e fala sobre um sujeito que perde o sentido da vida após se separar da pessoas amada: “We lost all meaning. We lost the magic. So good luck to you on your way. Oh, you'll be the end of me./ Nós perdemos o sentido. Perdemos a magia. Então, boa sorte para você em seu caminho. Oh, você vai ser o meu fim.” O A Day To Remember chama mais atenção, porém em músicas como “The Document Speaks For Itself”, onde “o corpo” é agressivo, mas o refrão é bem destacado com uma melodia “pra cima” combinado com ótimos breakdowns. A letra é um ataque aos problemas judiciais enfrentados com a ex-gravadora. 

Encerra em momento de reflexão a música “I Remember”. A letra é um retrato de todos os músicos (e profissionais em geral) que deixam os empregos, família e amigos para trás e correm atrás dos próprios sonhos mesmo passando por várias dificuldades, mas vendo o esforço valendo a pena ao final. A faixa é longa. 9 minutos. Metade é música e outra é um bate papo entre os integrantes lembrando de momentos nostálgicos da carreira, como quando viram neve pela primeira vez, por exemplo: “It's in the hardest times we grow the most. I remember when I first saw the country. I remember sleeping in the van. Said goodbye to friends and family, cause they could never understand./ É nos momentos mais difíceis que crescemos mais. Eu me lembro de quando eu vi pela primeira vez no país. Lembro-me de dormir na van. Disse adeus aos amigos e família, porque nunca irão entender.” 

Para divulgar o lançamento, o A Day To Remember criou uma pequena web série de cinco episódios. Apesar das dificuldades financeiras de divulgação, “Common Courtesy” alcançou a 47ª posição nas paradas americanas, 34º no Reino Unido, 40º na Áustria e 48º na Alemanha. Na justiça, o grupo também venceu. Apesar de derrotarem a ex-gravadora ainda terão de cumprir o contrato e terão de lançar dois álbuns de inéditas com o selo. A recepção da obra foi ótima. O ADTR já é referência entre os grupos que misturam o frescor, alegria, simplicidade e acessibilidade das melodias Pop Punk com o peso dos screamos e os breakdows do Metalcore. Realmente eles são muito bons nisso. Às vezes, faixas diferentes soam até como se fossem produzidas por bandas distintas. Este equilíbrio entre estes dois mundos é muito interessante. Porém, mesmo gostando de Pop Punk, o apresentado pelo grupo não me agrada. É suave demais. Em compensação, o lado Metalcore é primoroso. Os breakdowns são simplesmente fantásticos. Também vale destacar que certos momentos são inspiradores, como o tom reflexivo que “Common Courtesy”. Ao mesmo tempo que passaram dois anos lutando contra a própria gravadora que os projetaram, lembraram dos bons e maus momentos que constituem a vida de uma banda (e de todos) e transferiram estes sentimentos para a música. Raiva, tristeza, peso, leveza... “A Life To Remember”.

Faixas (clique e ouça):

                                                                                    Opinião do autor:

Nota track by track.
Nota track by track.
Nota do álbum.

Banda: A Day To Remember
Ano: 2013
Álbum de estúdio nº 5
Gravadora: Victory Records
Gênero: Post-Hardcore
País: Estados Unidos

terça-feira, 15 de julho de 2014

Links de TODOS os Dias do For headS Metal World Cup 2014

Fuleco, o mascote da Copa do Mundo do Brasil, versão Metal


Sobre a Copa do Mundo do Brasil

Depois de anos de espera e "trabalho", a tão esperada Copa do Mundo no Brasil foi realizada (#SimTeveCopa). Contrariando a expectativa negativa de muitos, o Mundial foi um sucesso. É ao lado da Copa de 98 na França a com maior número de gols da história. Ao todo foram 171 gols. As partidas foram emocionantes e disputadas. O futebol mostrou mais uma vez uma das próprias qualidades: a imprevisibilidade. As grandes Espanha (atual campeã em 2010 na África do Sul), a Itália e a Inglaterra sequer passaram da primeira fase. E as zebras Argélia e, principalmente, Costa Rica surpreenderam. 

Teve lances polêmicos como o pênalti inexistente sobre o Fred na estreia do Brasil contra a Croácia, a mordida do uruguaio Soáres no zagueiro italiano Chiellini, o golaço do francês Benzema nos últimos segundos de jogo contra a Suíça e que foi anulado, contusão de Neymar que o afastou da competição e etc. A seleção canarinho decepcionou e sofreu a maior humilhação da história ao perder para a Alemanha por 7 a 1. Algo precisa mudar e com urgência. Título merecido para os alemães. 

Na Grande Mídia vimos como esta é extremamente interesseira e manipuladora, além de não ter medo de apresentar-se com hipocrisia. Antes da derrota para "terra do Scorpions", o Brasil era a seleção favorita ao título e sem dúvidas. Mesmo com Neymar fora a pergunta no ar era: "Será que o 'menino Neymar' conseguirá jogar a final no domingo?" Depois da humilhação, o circo recolheu o picadeiro e o verde e amarelo voltou para a gaveta. 

A grande vitória do país foi fora das quatro linhas. A hospitalidade dos brasileiros deu uma goleada e fez com que olhos dos estrangeiros brilhassem. Os elogios vieram aos borbotões. 95% dos turistas de fora classificaram, de acordo com pesquisa do jornal Folha de S. Paulo, acharam a hospitalidade dos brasileiros ótima ou boa. Um povo sofrido, porém alegre e carinhoso. No fim, não seremos lembrados por sermos relaxados demais, como criminosos ou por termos o melhor futebol apresentado, mas sim pela força de um simples abraço apertado. 



Sobre a 1ª edição da For headS Metal World Cup

Nos 25 dias de jogos deste Mundial, várias e várias bandas foram apresentadas nos "confrontos". Dentre grandes e pequenas, de países tradicionais do estilo a outros periféricos, todos tiveram espaço. Foi uma ótima chance para se conhecer artistas desconhecidos. Eu, Afonso Rodrigues adorei, por exemplo, o Black Metal do Woods of Desolation da Austrália e o Gothic Metal do Lacrimas Profundere da Alemanha. Foram cerca de 150 grupos divulgados. A estrutura de divulgação foi simples, mas os resultados foram positivos. Na Rússia, em 2018, várias e várias ideias já foram anotadas para que sejam colocadas em prática de uma melhor forma. Os "headS" não perdem por esperar. Será divertido! 

Abaixo estão os links de cada uma das rodas para que o internauta tenha a chance de ver e/ou rever as "partidas":

Dica de Documentário: BIZZ - Jornalismo, causos e Rock and Roll (2012)


A revista BIZZ foi uma das maiores publicações musicais brasileiras. Referência durante os anos 80, no auge do Rock nacional, ela através de diversas seções trazia o que de melhor acontecia internacionalmente e no Brasil. Porém, com as mudanças econômicas, nos anos 90, outros estilos emergiram e eclipsaram o Rock. 

Mudanças editorias foram necessárias para a sobrevivência do veículo. Troca de diagramação, conteúdo, público e até o nome foi alterado. Mas o maior golpe veio nos anos 2000. Se antes a BIZZ era a vanguarda do jornalismo musical, agora ela competia com a velocidade e instantaneidade da internet contra. 

Entre altos e baixos, risos e tristezas, causos não faltam no documentário "BIZZ - Jornalismo, causos e Rock n' Roll". O trabalho de conclusão de curso dos alunos do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo traz entrevistas com editores de diversas épocas, repórteres, críticos musicais e músicos que falam sobre a importância deste revista.

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