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  • Humor: Um "típico" fã de Slayeeeeeerrrrrrr!!!

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Humor: Isto é Spinal Tap (1984)


Humor e Rock/Metal. Muito antes de Steel Panther, Massacration, Mamonas Assassinas e Língua de Trapo, o Spinal Tap já havia mostrado que existia uma linha muito tênue entre a arte e o ridículo neste estilo. Em 1984, o filme (e falso documentário de uma banda inexistente) chamou atenção do mundo da música ao expor os excessos, o egocentrismo, os lampejos pseudo artísticos, os cenários exagerados e o visual extravagante das bandas dos anos 80. 

O documentário cobre a turnê da banda inglesa Spinal Tap pelos Estados Unidos em 1982. Há entrevistas com todos os integrantes, imagens dos bastidores, entrevistas com fãs, produtor, a escolha da capa do novo álbum, trechos de shows, brigas e muito mais. Caricato, estereotipado, mas muito verídico ao que o Rock/Metal era nessa época. É tudo feito de um forma tão natural e verdadeira que o telespectador acaba por sentir que realmente o Spinal Tap existe. A sátira é perfeita.



terça-feira, 19 de agosto de 2014

Dica de Documentário: Tribos do Rock (2010)


Apesar de não possuir nenhum artista reconhecido nacionalmente o documentário "Tribos do Rock" se destaca por outros aspectos. Simples, mas bem feito, ele apresenta diversos entrevistados que contam como se relacionam com os vários segmentos do Rock. 

A história do gênero, as vertentes, como os entrevistados conheceram o estilo, como vivem no dia a dia, o que o Rock mudou na vida de cada um e como enxergam a cena atual são alguns dos tópicos abordados. O documentário foi produzido por alunos do 7º semestre do curso de Comunicação Social com Habilitação em Radialismo da UNOESC (Universidade do Oeste de Santa Catarina) unidade Joaçaba. 

sábado, 16 de agosto de 2014

Resenha: Avantasia "The Metal Opera" (2001)


Tobbias Sammet é um artista inquieto. Com tantas ideias na cabeça, em 1999, ao perceber que o Edguy (banda na qual é líder) não daria vazão a tudo, Sammet decidiu criar um projeto musical paralelo grande e ambicioso. Era o Avantasia. Que é resultado da mistura das palavras “Avalon” (ilha mágica a espada de Excalibur foi criada da história do Rei Arthur, por exemplo) e “fantasia”. Tobbias queria criar algo que fosse uma mistura de “Richard Wagner, Meat Loaf, Queen e um trem desenfreado”, afirma no site do projeto. A obra de estreia “The Metal Opera”, lançado em 22 de janeiro de 2001 na Europa (e em 10 de julho nos Estados Unidos), começa com a bela introdução instrumental de “Prelude” que já insere o ouvinte em um ambiente mágico. 

A rápida “Reach Out for the Light” vem em seguida e mostra como funcionam as coisas. Power Metal rápido, energético com uma ótima participação de Michael Kiske (ex-Helloween). Aliás, este álbum marco o retorno de Kiske ao Metal, depois de seis anos. Após se decepcionar com a postura de alguns headbangers (como o envolvimento de alguns com o satanismo), o convidado havia afirmado que não voltaria a trabalhar no mundo do Heavy Metal. “Serpents in Paradise” conta com a participação de David DeFeis (vocalista do Virgin Steele) em mais uma música veloz e com refrão “pra cima”. 

Após, vem o belo interlúdio “Malleus Maleficarum”. Os efeitos, as falas de Tobbias projetam automaticamente na mente do filme uma cena de filme. “Breaking Away” traz Kiske novamente. Destaque para as melodias provenientes do órgão e para o belo solo. Depois de tanta velocidade, vem a bela e grudenta power ballad Farewell”. Sharon del Angel (vocalista do Within Temptation) é a convidada. Kiske ao final brilha com belíssimos vocais agudos. “The Glory of Rome” tem energia, refrão bem destacado à la Power Metal e a participação de Rob Rock e Oliver Hartmann (à época vocalista do At Vance). 

Mais um interlúdio, em seguida: “In Nomine Patris” bonita como trilha de filme. A faixa com o nome da banda “Avantasia” tem, novamente, a dupla Sammet e Kiske nos vocais. Destaque para o belo refrão. Após, mais um interlúdio, “A New Dimension”. Em seguida, vem a também curta “Inside”. Refrão marcante Power Metal em uma faixa calma e ao piano. Conta com a participação do vocalista brasileiro Andre Matos (à época vocalista do Shaman), além de Kai Hassen (vocal do Gamma Ray). “Sign of the Cross” tem um compasso que lembra algo de Dio. Mais uma vez, Andre e Hassen estão presentes, além de Rob Rock e Oliver Hartmann. O refrão e o solo chamam a atenção, incluindo, a bela mistura de timbres diferentes entre os cantores. 

Encerra “The Tower”. Apesar da introdução misteriosa o piano. Esta música é rápida, longa e pesado. Traz Sammet com belos agudos. Kiske, DeFeis, Hartmann, Matos voltam a aparecer e estreia Timo Tolkki (guitarrista do Stratovarius) só que como vocalista. A versão alternativa traz a faixa “The Final Sacrifice” como bônus. Um Heavy Metal rápido e energético com uma grande performance de Tobias Sammet com excelentes agudos. Nas paradas, “The Metal Opera” teve um resultado modesto. 118º na França, 48º na Suécia, 36º na Finlândia e, a melhor posição, 35º na Alemanha. Por outro lado... O álbum é simplesmente considerado um clássico do estilo! O público e crítica o consideram um símbolo deste segmento melódico por trazer tudo o que a de melhor no mesmo, como músicas rápidas, épicas, melodias grudentas, riffs e solos, bumbos duplos, refrãos memoráveis, o retorno de Michael Kiske ao Metal... Enfim, muitos apontam essa estreia com a melhor obra do Avantasia. Existe, literalmente, uma “magia” neste lançamento.

Faixas (clique e ouça):
1- Prelude


                                                                                    Opinião do autor:
Nota track by track.

Nota track by track.

Nota do álbum.
Banda: Avantasia
Ano: 2001
Álbum de estúdio nº 1
Gravadora: Scarecrow Records
Gênero: Symphonic Metal
País: Alemanha


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Humor: Testemunhas de Jeová x Fãs de Black Metal


Eles usam roupa social... Uma bíblia... E batem na sua porta nos momentos mais inconvenientes para falar sobre coisas que você não tem interesse em ouvir... Eles são os TESTEMUNHAS DE JEOVÁ! 

Há aqueles que os ouvem. Alguns simplesmente ignoram. Outros são educados e apenas recusam. O problema é quando os testemunhas vão tentar evangelizar a casa de dois fãs de Black Metal! Que comece a batalha entre o céu e o inferno: 

sábado, 19 de julho de 2014

Resenha: Edguy "Age of the Joker" (2011)


Na turnê de divulgação do álbum “Rocket Ride” (2006) o Edguy passou por São Paulo, em 3 de novembro de 2006. A apresentação no Cradicard Hall foi gravada e se tornou o DVD “Fucking With F*** - Live” lançado em 2009. Um ano depois do lançamento de “Tinnitus Sanctus”. Em 26 de agosto de 2011, “Age of the Joker” deu continuidade ao trabalho do grupo alemão apresentando um Hard Rock aliado ao peso do Heavy Metal, além das raízes Power Metal que aparecem em uma ou outra passagem mais "alegre". A capa, feita por Daniel Frazier, com um bobo da corte, evidencia o lado cômico que sempre esteve presente na banda formada por Dick Sauer (guitarra base), Felix Bohnke (bateria), Jens Ludwig (guitarra), Tobias “Eggi” Exxel (baixo) e do líder Tobias Sammet (vocal). 

A abertura é com “Robin Hood”. Como o título sugere, a música é sobre o famoso herói que roubava dos ricos para dar aos pobres. A faixa também ganhou um clipe hilário onde Tobias interpreta Robin Hood. Nobody's Hero” segue uma linha de Heavy Metal tradicional, só que com um refrão bem melódico e grudento. Já “Rock of Cashel tem um clima mais calmo, mas também tem um refrão em destaque e alegre. Felicidade ainda mais em evidência no final em clima de festa. Depois vem “Pandora's Box”. Mais Hard Rock com certo toque de Southern. Destaque para o bom refrão. O Power Metal volta em “Breathe”. Que tem um refrão que lembra o de “I Just Want You” de Ozzy Osbourne (“Ozzmosis”, de 1995) e uma excelente contribuição de teclados. 

Two Out of Seven”, porém, é mais Hard Rock e traz um belo refrão memorável. Destaque para o solo e aos palavrões ao final (seria uma influência de Steel Panther?). A pesada “Faces in the Darkness” traz um groove bem diferente ao tradicional som da banda e forma um belo contraste com o refrão pra cima. Já em The Arcane Guild” percebe-se certa influência de Deep Purple (vide os teclados) em um Power Metal rápido e alegre. A introdução de “Fire on the Downline” traz novamente o lado Hard, só que acrescido com o estilo AOR. 

A longa “Behind the Gates to Midnight World” tem um peso na linha do “Black Album” do Metallica, mas depois segue uma linha atmosférica do Avantasia. Encerra “Age of the Joker” a balada radiofônica Hard Rock “Every Night Without You”. Simples, nenhum pouco original, mas excelente do começo ao fim. Destaque também para letra super romântica: “Every night without you i'd sail on. Don't know how i'd make it through without you. Every night without you, my angel. Pity for the zillions around. Who're every night without you. Every night without you./ Toda noite sem você, eu viajei. Não sei como eu aguentei sem ter você. Toda noite sem você, meu anjo. Pena para os zilhões ao redor. Que estão toda noite sem você. Toda noite sem você.”  

A versão especial traz quatro bônus. “God Fallen Silent” é um Heavy Metal pesado e com um belo riff. Poderia muito bem não ser lançada apenas com uma faixa adicional. Em “Aleister Crowley Memorial Boogie” há a inclusão de um teclado que dá um ar à la Deep Purple de Jon Lord. “Cum on Feel the Noize” é uma música originalmente lançada pela banda inglesa Slade na década de 70, mas que recebeu pouco reconhecimento. Porém, em 1983, os americanos do Quiet Riot fizeram um cover (contra a vontade) e o sucesso levou a banda de Kevin DuBrow ao topo das paradas. Logo, a versão do Edguy é um cover do cover. Tobias não alterou nada na canção. Mesmo assim, ela ficou com a cara dos alemães. Por último, a triste balada ao piano “Standing in the Rain”. Ela fala sobre as dores de uma perda quando parte alguém querido: “And i am standing in the rain. Here on my own. I am standing in the rain. You're far away, far away. Anyone here to wake me up. To say that i've dreamed. I was standing in the rain./ E eu estou em pé na chuva. Aqui sozinho. Estou em pé na chuva. Você está longe, muito longe. Alguém aqui para me acordar. Para dizer que eu sonhei. Eu estava em pé na chuva.

A recepção do lançamento foi ótima. Os números compravam a aprovação também por parte do público. Nos Estados Unidos chegou ao número 22 nas paradas, assim como em 15º na Finlândia, 14º no Reino Unido, 13º na Suíça, 10º na Suécia, 9º Bélgica e em 3º na terra natal, Alemanha. Muitos porém, reclamaram que sentem falta da “era de ouro Power Metal”. Isso é uma questão de gosto puramente subjetiva. Mesmo Tobias afirmando que não via diferença entre o som da banda entre a fase atual e a do começo da carreira é evidente que existe uma mudança. O Hard Rock ganhou cada vez mais espaço no som da banda, mas o lado melódico e épico do Power Metal ainda está presente... Mesmo que em doses homeopáticas. Porém a qualidade continua presente. Além disso, para não se prender a rótulos, há Heavy Metal tradicional, Southern Rock e até AOR. Outros toques característicos e ímpares como o humor diferenciam o Edguy de todas as outras do segmento melódico.

Faixas (clique e ouça):

5- Breathe
12- God Fallen Silent (bônus)
14- Cum on Feel the Noize (bônus)
15- Standing in the Rain (bônus)


                                                                                    Opinião do autor:
Nota track by track.

Nota track by track.

Nota do álbum.
Banda: Edguy
Ano: 2011
Álbum de estúdio nº 9
Gravadora: Nuclear Blast
Gênero: Hard Rock
País: Alemanha



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