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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Humor - Lion Heart, se você não gosta... Fuck off!


Quando se pensa em Metal feito no país o que vem a mente é o Heavy, Power, Thrash, Death... Historicamente o Brasil, definitivamente, não é um produtor de bandas de Hard Rock (Glam Metal). Porém, no início da década de 2000, no Rio de Janeiro, surgiu um grupo que apostava nas estampas de oncinha e de zebra, nos cabelos bem cuidados e em caras e bocas ao melhor estilo "Metal from L.A.". Era o Lion Heart querendo transformar Ipanema na Sunset Strip tupiniquim. 

Mesmo levando o estilo a sério, muitos não entenderam a mensagem e a Lion Heart se tornou alvo de piadas. Mas a banda, por outro lado, também dava motivo para a gozação. Vide os vídeos abaixo:

Videoclipe da música "Seu Olhar". Impossível não rir. O melhor é que a ideia não é essa. 


Agora uma brilhante paródia:

Em 2003, a banda deu uma clássica entrevista ao Jornal MTV:

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Resenha: Stone Temple Pilots "Purple" (1994)


Em 1993, o Stone Temple Pilots foi mais uma banda a gravar um show acústico para a MTV norte-americana (MTV unplugged). Foram 8 músicas tocadas. 6 do primeiro álbum “Core” (“Crackerman”, “Creep”, “Plush”, “Sin”, “Wicked Garden” e “Sex Type Thing”), e uma de autoria de David Bowie “Andy Warhol”, além da inédita “Big Empty” que entraria no próximo lançamento de estúdio: “Purple”. Ainda neste ano, o Pilots ganhou um Grammy pela canção “Plush” na categoria “Melhor Performance Hard Rock”. Já no ano seguinte, era visível que a opinião dos críticos e dos fãs do S.T.P não era a mesma. Em uma pesquisa realizada pela revista Rolling Stone, o Pilots foi escolhida pelo público como “A Melhor Banda Nova.” Porém, os jornalistas da publicação a elegeram como a “Pior Banda Nova”. 

Lançado em 7 de junho de 1994, com a mesma formação do anterior “Core” (1992): Dean DeLeo (guitarra), Eric Kretz (bateria), Robert DeLeo (baixo e backing vocals) e Scott Weiland (vocal), “Purple” traz novamente a sonoridade grunge aliada a elementos acústicos e de toques de psicodelia aliada à linguagem poética das letras. A primeira faixa é “Meatplow”. Um grunge arrastado com Scott Weiland cantando de uma maneira mais rouca. Destaque para o riff da introdução. “Vasoline” traz um Pilots mais swingado, assim como a seguinte “Lounge Fly”. 

A quarta música é “Interstate Love Song”. Uma power-balad acessível e que traz uma introdução acústica interessante, além de sonoridade próxima ao do Southern Rock. A letra fala sobre uma despedida entre um casal que se separou, por causa de uma mentira contada. A solução do problema é a mudança de estado: “Breathing is the hardest thing to do. With all I've said and all that's dead for you. You lied-Goodbye. Leavin' on a southern train./ Respirar é a coisa mais difícil de fazer. Com tudo o que eu disse e tudo que está morto para você. Você mentiu – Adeus. Partindo em um trem vindo do sul.” Em seguida, “Still Remains” de melodia suave, grudenta e cativante apresenta uma letra de paixão visceral: “Take a bath I'll drink the water that you leave./ Tome um banho e eu bebo a água que você deixa.” Já “Pretty Penny” é acústica e conta com violão e percussão. Fala sobre perdas familiares. 

O grunge arrastado volta em “Silvergun Superman”. Mais uma com letra viajante e psicodélica: “I can hear when the pig whispers sweetly. Jealousy is the weapon you kill me. Keep a dime for a truth you might tell./ Eu posso ouvir quando os porcos sussurram docemente. Ciúmes é a arma que você me mata. Continuo com um centavo para a verdade que você pode dizer.” Em seguida, “Big Empty”, uma das mais conhecidas da banda. Ele é calma e quase acústica, mas tem refrão bem destacado e memorável: “Time to take her home, her dizzy head is conscience laden. Time to wait to long, to wait to long, to wait to long. Conversations kill. Conversations kill. Conversations kill./ É hora de levá-la pra casa, sua cabeça confusa deixa sua consiência pesada. É hora de esperar muito, esperar muito, esperar muito. Conversas matam... Conversas matam... Conversas matam...”. 

Já “Unglead” é curta e traz o mix de Grunge com Hard Rock. “Army Ants” tem um riff bem grunge e fala sobre um sujeito que se sente tão insignificante como uma formiga: “You dont look but you kick me. You cant feel but you hit me… Why do we all have to look this way. I gotta heart, I got blood, feel pain./ Você não olha, mas você me chuta. Você não pode sentir, mas você me bate... Por que todos nós temos que ter essa aparência. Eu tenho coração, eu tenho sangue, sinto dor.” A penúltima faixa é novamente uma música calma e acústica. “Kitchenware & Candybars” é introspectiva, mas tem um bom refrão pesado e grudento... Depois de um intervalo de alguns segundos surge a faixa “My Second Album”. Cômica. Tem um estilo pop setentista e de letra propagandista do próprio lançamento. 

“Purple” foi um sucesso imediato. Chegou ao topo da Billboard americana, além da Austrália, e teve os cinco singles (“Big Empty”, “Vasoline”, “Interstare Love Song”, “Unglead” e “Pretty   Penny”) lançados nas primeiras posições das paradas de sucesso e vendeu em torno de 5 milhões de cópias. Se “Core” ficou na posição 93 no Top 100 melhores álbuns da década de 1990 da Billboard, “Purple” ganhou a 99ª colocação. Esta obra é evidentemente mais variada que a anterior. Existem faixas ainda pesadas e arrastadas do Grunge com o vocal dobrado, mas há espaço para estilos mais leves e acessíveis do Rock tradicional. Porém, não me cativou.


Faixas:
1- Meatplow 
8- Big Empty
9- Unglead
10- Army Ants
11- Kitchenware & Candybars
12- My Second Album

                                                                                    Opinião do autor:
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Nota do álbum


Banda: Stone Temple Pilots
Ano: 1994
Álbum de estúdio nº 2
Gravadora: Atlantic
Gênero: Grunge
País: Estados Unidos
  


terça-feira, 1 de abril de 2014

Dica de Documentário: A História do AC/DC "Dirty Deeds" (2013)


AC/DC. Uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Dona do segundo álbum mais vendido da história: "Back in Black" (1980). Em "A História do AC/DC 'Dirty Deeds' " conheça de forma cronológica a origem da banda, os primeiros desafios, o sucesso com um público indesejado na Austrália, a chegada a Inglaterra no auge durante a ascensão do Punk, a difícil "conquista" da América, a superação da morte de Bon Scott, o auge e a queda e o retorno deste importante grupo. 

Conheça a longa jornada do AC/DC ao topo do Rock n' Roll. 

quinta-feira, 27 de março de 2014

Humor - Revelando o lado "diva pop" de um banger


Por baixo de todo o cabelo, barba, braceletes e camisa de Heavy Metal, alguns headbangers escondem um lado secreto, cor de rosa, sensível e que adora "gongar as inimigas recalcadas" ao som de Lady Gaga. 


quarta-feira, 26 de março de 2014

Resenha - Agathodaimon "In Darkness" (2013)


O Agathodaimon continua seguindo a uma linha mais melodiosa de Metal Extremo.  A banda que começou seguindo a linha tradicional ao Black Metal à epoca, no início de carreira nos anos 90, logo começou a espandir os horizontes ao incorporar novos elementos, como vocais feminos e elementos góticos. Por isso, o som do grupo pode ser rotulado como Dark Metal. Aliás, o “dark” vem até no título do sexto lançamento dos alemães: “In Darkeness”. Quatro anos após “Phoenix” (2009), o grupo apresenta algumas mudanças. Este é o primeiro trabalho pela gravadora Massacre. As cinco primeiras obras foram produzidas pelo selo Nuclear Blast. A formação também foi alterada. Ingressou Thilo Feucht cobrindo as funções de Jan Jansohn (guitarra) e Felix Ü. Walzer (teclado). Os outros integrantes são Ashtrael (vocal), Manuel Steitz (bateria), Sathonys (guitarra e vocais limpos) e Till Ottinger (baixo). O novo lançamento traz o peso e os vocais (rasgados) do Black Metal junto da atmosfera do Dark Metal e também de vocais limpos. 

As letras apresentam o lado gótico poético e vampiresco. São poéticas e ricas. A primeira faixa do álbum é “In Darkness (We Shall Be Reborn)” que fala sobre o renascimento de alguém como vampiro. Há referências a personagem “Akasha – a rainha dos vampiros”: “Carry me amongst the few of the lost. The knife is sharpened – my skin is free. O mother night – bring me to thee. In darkness we shall be reborn./ Leve-me entre os poucos dos perdidos. A faca está afiada - minha pele é livre. O mãe da noite – traga-me para ti. Na escuridão vamos renascer.” 

A força do ser mitológico é evidenciada através de “I’ve Risen” e que segue a linha do Black Metal Sinfônico: “I ruled the weak, I ruined worlds in my endless decades of might. Uncountable is the amount of suns I've seen rise, pass and sink. Unnamable all the kingdoms I've seen, conquered and destroyed./ Eu governei o fraco, eu arruinei mundos em minhas décadas sem fim de poder. Incontáveis ​​é a quantidade de sóis que eu vi ascensão, passar e afundar. Inomináveis são os reinos que eu vi, conquistados e destruídos.” “Favourite Sin” é mais calma e tem um refrão de fácil assimilação. Destaque para a reflexão no início da música: “People go to church for the same reasons. The same reasons they go to a tavern... To forget their misery. To imagine themselves. Even only for minutes. Free and happy./ As pessoas vão à igreja pelos mesmos motivos. As mesmas razões que eles vão para uma taberna... Para esquecer sua miséria. Imaginar –se. Mesmo só por alguns minutos. Livres e felizes.” 

A faixa seguinte traz os elementos que compõe o “Dark Metal” do Agathodaimon. Em “Oceans of Black” há passagens atmosféricas com vocais limpos, mas termina ao estilo “Symphonic Black Metal” com blast beats e vocais rasgados em uma música sobre morte. A próxima é “Adio”. Mais Black Metal e que para dar um tom ainda mais literário a obra, o Agathodaimon nesta música tem parte da letra em inglês e parte em romeno. A Romênia, na cultura popular, é conhecida por conter no território a Transilvânia “a terra do Conde Drácula”, o vampiro mais famoso de todos os tempos. Em seguida, a arrastada e pesada “Somewhere Somewhen”. Já “Dusk of an Infinite Shade (Amurg)” retorna o lado Symphonic Black Metal. Destaque para a bela harmonia. Cantada praticamente totalmente em alemão, a letra é sobre o amor de um vampiro pela rainha Akasha. “Höllenfahrt der Selbsterkenntnis” é dramática e arrastada quase Doom Metal. Bela melodia. Ainda há uma faixa bônus. A versão acústica de “Adio”. A versão evidencia a melodia da versão original através da combinação de violino, violão e voz limpa. 

De modo geral, vários sites de Metal deram notas medianas ao lançamento. O estilo depressivo e de ambientação pesada não me agrada. Álbum indicado aos fãs de cultura gótica que gostam de literatura. Aqui há muita poesia vampírica. “In Darkness” é muito mais trabalhado em passar um clima em passar um clima carregado do que construído em solos, refrãos e riffs marcantes. 

Faixas:
5- Adio
7- Dusk of an Infinite Shade (Amurg)
9- Adio (acoustic)

                                                                                    Opinião do autor:
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Nota do álbum


Banda: Agathodaimon
Ano: 2013
Álbum de estúdio nº 6
Gravadora: Massacre
Gênero: Dark Metal
País: Alemanha


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