segunda-feira, 9 de junho de 2014

For headS é entrevistado pelo New Horizons Zine | parte 2

For headS com João Messias Jr. do New Horizons Zine
For headS não é uma banda, mas também concede entrevistas!

O New Horizons Zine do jornalista João Messias Jr. entrevistou os integrantes Afonso Rodrigues, Flávio Camargo e Rodrigo para falar sobre o processo de desenvolvimento do documentário "Metal SP" (2013).

Confira abaixo um trecho da segunda parte da entrevista:


NEW HORIZONS ZINE: Vocês disponibilizaram o documentário no Youtube. Como estão os acessos e o feedback recebido dos headbangers e dos próprios entrevistados?

Afonso Rodrigues: O feedback dos bangers está sendo ótimo! Recebemos vários elogios e críticas construtivas como a questão do áudio já salientada. É errando que se aprende, afinal e literalmente. As melhores foram: “Pô, mas o documentário é muito curto” (risos), mas achei massa”. Pouco tempo depois, a Warner lançou também um documentário de Metal e entrevistou Andreas Kisser e o Ricardo Batalha, por exemplo. O legal foi ver, no Facebook, que o “Metal SP” foi apontado pelo Julio Feriato como superior devido ao grande número de imagens de apoio, por exemplo. Isso é fenomenal. Recebemos muitos “joinhas” e ainda é atualmente o vídeo do For headS com mais views no YouTube. Um dos entrevistados, Nelson Corneta, afirmou que o For headS virou referência, pois mostrou que sim é possível fazer produções de Metal no Brasil. Tanto que inspirado nisso (ele também estuda Jornalismo), resolveu que o próprio TCC será sobre Metal! (risos) Quando ouvi isso me senti como um integrante de banda! Isso é inestimável! Esse é apenas o meu primeiro passo, o meu “EP” de estreia. (risos) Quero construir produções superiores, evoluir. Ser uma espécie de Sam Dunn brasileiro. (risos)
Flávio Camargo: A recepção foi boa. Os entrevistados apreciaram o produto final e os usuários têm comentado bastante.


NHZ: Sempre após um TCC, que mesmo se fazendo algo que goste, é tenso e desgastante em muitos momentos, que em muitos casos resultam em amizades desfeitas. Como foi o relacionamento do grupo nessa fase? E atualmente?

AR: Depois de passar horas e horas ao lado da mesma pessoa de segunda a sexta (mais que com familiares) você acaba aprendendo como se portar. Você sabe o que pode gerar algum tipo de descontentamento e como evita-lo. Durante, mesmo com os problemas ocorridos, nos mantivemos unidos. Pensei, é claro, que poderíamos acabar nos matando, antes do início do TCC (risos). Mas tudo fluiu de forma tão natural que até me assustei. Do início ao fim estivemos dedicados ao “Metal SP”. O resultado foi alcançado com a dedicação de cada um, mesmo tratando-se um tema que sou o único que gosta realmente do grupo. Todos deram o melhor de si. Rodrigo com assessoria de imprensa, o Flávio com “faro jornalístico” e eu com o domínio do tema da parte de gravação e edição. Obviamente, o Flávio e o Rodrigo fizeram parte do For headS, mas neste ano de 2014 as coisas mudaram. Cada um seguiu o próprio caminho e eu sigo com o meu projeto. Mantemos contato de forma esporádica. Efetivamente, conto com o apoio de meu colega de infância e escola Carlos Henrique (o “Rivaldo”) atualmente, mas a ideia é de fazer com que o For headS cresça cada vez mais. Então, pretendo chamar mais integrantes para a minha “banda” e que queiram se dedicar ao projeto com vontade de crescer e com amor ao Rock e ao Metal.
FC:  Um projeto denso e de longa duração sempre é desgastante mesmo. Mas acho que no geral nós três trabalhamos bem. Tivemos problemas na finalização da edição, um atraso na entrega do projeto e poderíamos ter feito algumas coisas com mais qualidade. Mas é assim em quase tudo na vida, terminamos com a impressão de que poderia ter sido melhor. Fica o aprendizado. Atualmente cada um tem buscado seus próprios objetivos.

RP:  Em geral, tranquilo. Não recordo de nenhum momento de relevância em que o grupo tenha tido problemas. Atualmente, o contato é bem pouco. Normalmente só pelo facebook mesmo.

Continue lendo a entrevista em: New Horizons Zine 

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